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domingo, 14 de setembro de 2008

O Peso

Perdida em vãos,
cano canções sem nexo.
Arredia, perplexa
caminho com o mesmo ritmo que meu coração perdoa.
Sou leprosa
na mente, nas palavras, na euforia.
Sou realeza
quando encaro o dia de uma maneira
que não entende mais formas,
tristezas ou
moinhos de solidão.
Construí esse asilo
agora devo me envenenar com ele.
O conheci quando era apenas uma garota
e o entreguei ao fim
quando era tarde demais para aquela garota sonhar com o que viria
antes dele.

4 comentários:

sonia a. mascaro disse...

Denso o seu poema!

PS: Tendo tempo, venha ver no meu blog uma homenagem aos meus amigos. Você está lá também.
Beijos.

sonia a. mascaro disse...

Geraldine,
Obrigada pela visita! Que bom que você gostou do post do aniversário do blog. Deu trabalho fazer as colagens, mas valeu a pena.

Estou com problemas no computador e está difícil postar... e o Blogger também não tem ajudado. Já comprei um PC novo, mas só vai chegar daqui a 15 dias. Estou aqui atrapalhada terminando backups...

Bom final de semana.
Beijos.

Taiyo Omura disse...

hoje essa garota ainda
plena
plana em ondas em luzes
em eletromagnetismos fugazes
de um blog, poesia linda
ainda
lembra
lenta e persistente
o que a retina da saudade mente
o que a saudade da menina
vira

sonia a. mascaro disse...

Passei aqui para desejar um bom fim de semana. Como vai você?
Bjs.

PS: Estou com um novo blog... nem sei onde eu estava com a cabeça para começar outro...e não sei quanto tempo vai durar...(risos). Aqui está o link: Leituras e Imagens.